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 Sala de Estar

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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Sala de Estar   Qui 14 Abr 2011 - 18:58




Espaço onde a família se reúne para conversar, assistir filmes ou para pequenas recepções aos mais chegados.
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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Qua 20 Abr 2011 - 18:03

Era meu dia de folga, e eu estava na sala da minha casa descansando. Decidi colocar um filme, e tive a preferência por uma comédia. O nome era "Caçador de recompensas", e nada poderia estar melhor. Eu dei uma pausa, e chamei Beth, nossa empregada.

- Sim Pietra?

-Beth, por favor, me traga um balde de pipoca e alguns chocolates. Ah ! Traga um suco também !

- Sim senhora, já trago.

Ela se retirou, e eu continuei a ver o filme. Quando ouvi uns sussurros vindos de fora. Alice estava em casa. Eu sorri quando ela entrou.

- Oi meu amor ! Vem cá ! Esse filme é muito legal, acho que você vai gostar!

Fiquei aguardando suas reações..

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Alice Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Qua 20 Abr 2011 - 18:29

Alice estava de folga na escola,estava em casa e adorava passear pela casa,ela ficava olhando cada ponto da casa com extrema atenção.Ouviu um barulho vindo da sala,ela não sabia quem estava em casa então saiu de seu quarto e foi ver o que estava acontecendo na sala.Como sempre seu olhar era fixado a um ponto e penetrante.Sua cabeça se movia de forma robotica e então viu Pietra sentada no sofá sozinha,aos olhos de Alice Pietra era uma mulher firme e amorosa,bonita e muito inteligente.
Se fosse alguns anos antes Alice a olharia de forma diferente mas depois de uma mudança radical em sua vida ela não prezava emoções e nem as demonstrava.Tinha se tornado um costume que ela nem percebia a ausencia deles.Ao ouvir as palavras de Pietra ela as absorveu e apenas disse como resposta.
-Não Pietra,obrigada.Tenho outras coisas a fazer.
Alice se sentou no sofa e pegou um caderno proximo e começou a olhar para as folhas em branco.Após algum tempo olhou para Pietra com seus olhos frios e penetrantes e disse:
-Acho que temos que conversar né?
Ela observava cada movimento de Pietra,Alice não demonstrava mas admirava pietra de uma forma um tanto que diferente.Alice deixou o caderno de lado e se pos a olhar para Pietra.
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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Dom 24 Abr 2011 - 14:48

Ela me fitou com uma expressão seca e áspera, realmente ela havia mudado, mas eu me dei conta de que isso era apenas uma fase. Que na adolescência eles viravam anti-sociais e rebeldes sem causa. Eu a tratava com o mesmo afeto de sempre, mas decidi que não daria atenção ao desprezo que ela havia demonstrado quando disse:

-Não Pietra,obrigada.Tenho outras coisas a fazer.

- Você é quem sabe..

Senti como se a palavra mãe simplesmente tivesse desaparecido do vocabulário dela. Ela começou a mecher com alguma coisa que se parecia com uma revista, e o clima não estava nada bom. Eu continuei vendo meu filme como se nada tivesse acontecido, quando o filme estava quase no fim, ela me olhou, fria como sempre e disse:

-Acho que temos que conversar né?

Eu a olhei com a mesma frieza e disse:

- Meu amor, você pode conversar comigo quando quiser ... na verdade, eu te conheço, sinto que você precisa me falar algumas coisas, e eu o mesmo,portanto,pode começar.

Fitei minha filha com um misto de carinho e rigor, aguardando o que certamente ela iria me falar da forma mais fria e doída possível.
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Leticia Yanka Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Dom 1 Maio 2011 - 19:46

Depois de um dia cansativo e com aulas em Hogwarts Leticia finalmente podia ir para casa descançar.Assim que chegou em casa deixou suas malas na cozinha e foi correndo para o quarto,fazia tanto tempo que não ficava em um lugar só seu,saiu do quarto e ao passar pela sala correndo viu que sua prima Alice e sua tia Pietra estavam ali,Leticia olhou para as duas pessoas,o clima estava tenso e como uma palhacinha deciu ir se intrometer.Entrou na sala e disse:
-Oiiiiiiiiiiiiii Tia mais linda e fofa desta sala.
Olhou para Alice e disse:
-Oi prima.
Então sentou-se no meio das duas e disse:
-Estavam assistindo filme? Qual? Cade a pipoca?
Leticia queria tirar aquele clima chato do local e tentava chamar a atenção e fazer com que esquececem o assunto anterior.
Pegou com controle remoto e ligou a televisão colocando em uma musica e começou a dançar pela sala.Com movimentos repetitivos e fora de ordem.Até que tropeçou na mesinha de centro e caiu.
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Giovanna T. Le'Strutzy
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Dom 1 Maio 2011 - 20:04

Cheguei na sala e havia pessoas ali, sempre agarrada ao meu ursinho e com o cabelinho desarrumado eu fui até Let deitando em seu colo.

-Oie.

Falei com o dedo na boca, abraçei meu ursinho ainda olhando pra elas, Alice estava naquela fase de ser um rebelde e isso se via claramente na face dela.

-Qual filme iremos assistir?

Perguntei tirando o dedo da boca.

-Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeth, cadê minha mamadeira?

Gritei estérica.


-Já levo Gih.

Ela falou la da cozinha.
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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Seg 30 Maio 2011 - 20:18

Turno: Noite
Local: Casa dos Tanner


Era mais uma noite gélida e silenciosa em casa. Eu estava um tanto ansiosa com o convite que havia feito a Viktor, pai de minha filha Alice. Ele logo logo estaria aqui, pois precisávamos conversar sobre ela, a mesma estava agindo de um jeito estranho, e me deixando muito preocupada. Eu não sabia como iria reagir a presença dele ali. Viktor sempre se manteve longe de mim. Agora voltou, e estará cada vez mais em nossas vidas.

Pouco tempo depois ele havia chegado, e eu mesma fiz questão de abrir a porta. Seria propício Alice estar estudando, uma vez que a conversa era particular. Ele, como sempre, estava bem arrumado e perfumado. Eu mantive a expressão séria, mas fui cordial a todo momento.


- Olá Viktor, seja bem vindo ! Pode entrar, fique a vontade.

Aguardei até que ele se acomodasse no sofá, fui até a cozinha e com um aceno de varinha providenciei alguns petiscos. Voltando a sala, com comida e bebida eu disse a ele:

- Fique a vontade e sirva-se. Precisamos ter uma conversinha sobre nossa filha, e como você está por perto agora, creio que poderá me ajudar.

Dito isso eu o observei e me pus a aguardar suas reações.
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Viktor Kool Petterson
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Qua 1 Jun 2011 - 22:09

Pietra estava me esperando para conversarmos sobre nossa filha, eu tinha voltado á pouco tempo mas algumas coisas já tinham chegado aos meus ouvidos e confesso, me preocupado um pouco, eu não tinha sido um modelo de pai por todos esses anos mais eu podia tentar, Alice ainda era minha única filha e eu nunca ia deixar de ama-la e de tentar protege-la.

Saio do ministério, passo rapidamente na minha casa e depois vou para a casa de Pietra, estava bem arrumado como sempre, elegância não ocupava espaço na vida de ninguém.

Cheguei pontualmente na hora combinada, ela mesma abre a porta, assim que a vejo um turbilhão de lembranças toma minha mente, lembranças de antes da Alice, antes do ministério, coisas boas que não voltavam.

“- Olá Viktor, seja bem vindo ! Pode entrar, fique a vontade.”

Sorrio cordialmente e passo por ela, chego á sala e me sento no sofá enquanto ela ia á cozinha, ela volta com comida e bebida, ignoro a comida e dou um gole no meu copo ouvindo ela falar.

-bom, eu fui muito ausente por esse tempo, mas pode ter certeza que vou te ajudar, afinal, ela é minha filha também.

Apoio os cotovelos nos joelhos e continuo:

- me fala, o que está acontecendo? Farei o que estiver ao meu alcance pra te ajudar...

Espero a resposta dela, ela estava linda como sempre, naqueles momentos é que mais doía ter ido embora, tudo podia ser diferente agora, mas eu fui idiota, e em um segundo eu acabei com uma chance de felicidade.
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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Sex 3 Jun 2011 - 15:22

Até ali, nada fora de controle havia acontecido. Minhas reações foram bem mais calmas do que eu havia previsto que seriam. Obviamente meu coração havia se acelerado com a situação que eu fora submetida. Estar sozinha com ele, era uma coisa que eu não fazia há muito tempo. Ele disse que estaria disposto a me ajudar em tudo o que eu precisasse, mas eu não sabia como fazer, uma vez que o problema de Alice eram nossas profissões. Eu não entendia o porque de ela ser assim, mas se ele queria ajudar, o que não faltariam eram oportunidades. Respirei fundo e comecei a explicar:

- Vikktor, nossa filha tem se mostrado um tanto agressiva há algum tempo. Ela não me respeita mais como mãe.

E assim fui explicando, com a voz embargada pelas lágrimas. “As notas na escola tem sido baixas, ela tem estado alienada as coisas. Não aceita nem que eu me aproxime para dar um simples abraço. Eu já pensei em levá-la a um especialista, mas não sei se seria apropriado.”Quando terminei a explicação, ainda acrescentei:

- Me sinto uma péssima mãe. Não sei mais como agir, ou o que fazer uma vez que o problema dela sou eu ...

Senti uma lágrima quente escorrer pelo meu rosto, e fui até uma janela, de costas para ele, afim de escondê-la.
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Viktor Kool Petterson
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Sex 3 Jun 2011 - 16:01

Ela começa a me explicar os acontecimentos, eu me preocupo cada vez mais com Alice, mas não posso negar que só o reflexo da voz de Pietra fazia meu coração disparar.

O caso com Alice era mais difícil do que eu pensava, podia ouvir a emoção clara na voz de Pietra, estava difícil lidar com aquilo pra ela.

Ela se levanta e fica de costas pra mim, vou até ela, viro-a para mim e digo:

- Pietra, não importa o que seja que estiver acontecendo, tenho certeza que a culpa não é sua, isso que esta acontecendo não é uma fase, e talvez tenhamos mesmo que encaminhar a um especialista, mas seja o que for que fizermos vai ser pro bem dela, tenha certeza disso.

Ter ela tão perto não era saudável, minhas mãos em contato com sua pele formigavam, estávamos cada vez mais próximos, mas eu devia me controlar, deixai minhas mãos caírem ao lado do meu corpo e digo:

- bom, eu estava longe e tudo, mas agora quero me aproximar, mostrar pra Alice que eu não sou um pai desligado, mostrar q amo ela mais que tudo, confie em mim, vou te ajudar a ajuda-la.

Limpo uma lagrima que corria pela sua face e mantenho minha mão ali, acariciando seu rosto.
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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Sex 3 Jun 2011 - 17:43

Quando ele me virou, meu coração por algum motivo voltou a disparar. Eu não entendia o porque daquilo. Ao meu pensar, meus sentimentos por ele estavam enterrados. O que estava acontecendo ? Por Merlim, eu nem pensava mais nele assim. Ele havia se tornado apenas uma lembrança. Todavia, eu me senti um pouco mais confortável quando ele disse aquelas palavras sobre a Alice. O fato de saber que ele estava de acordo com a ida a um especialista ,me tranqüilizou,e saber que ele estava ao meu lado, me fazia ter mais segurança.

- Viktor, eu quero tentar um diálogo com ela primeiro. Não queria tomar medidas tão drásticas. Ela é minha menina, e eu sei que sofreria se fizéssemos isso.

- bom, eu estava longe e tudo, mas agora quero me aproximar, mostrar pra Alice que eu não sou um pai desligado, mostrar q amo ela mais que tudo, confie em mim, vou te ajudar a ajuda-la.

Quando ele pôs as mãos em meu rosto para secar minhas lágrimas, meu coração disparou. Eu não sabia o que fazer, como agir. Então, desvencilhei meu rosto e olhei para o lado, sem nada ver.

- Obrigada por sua ajuda. É de muita valia.

Dei um sorriso amarelo e fiquei a aguardar suas reações ..
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Viktor Kool Petterson
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Sex 3 Jun 2011 - 18:38

Ela tirou o rosto de minhas mãos, essa frieza me assustou um pouco, fechei os olhos e abaixei a cabeça.
Ela agradeceu minha ajuda e eu disse:

- não agradeça, é a minha obrigação, se eu não fizesse isso não seria pai.

Respiro fundo e olho para ela, ela preferia olhar o nada á olhar meus olhos, será que ainda guardava tanta mágoa de mim.

Seguro o queixo dela e viro seu rosto para mim dizendo:

- Pietra, eu te machuquei tanto assim que você não suporta nem me olhar?

Olho em seus olhos, profundos e insondáveis, não tinha mais o brilho da inocência juvenil, neles agora brilhavam o peso da responsabilidade de ser mãe, e eu não tinha notado essa mudança.

Antes que pudesse controlar meus pensamentos e meus atos eu já tinha feito, ou melhor, estava fazendo.

Me abaixei ligeiramente até meus lábios encontrarem os dela, o beijo que se seguiu foi calmo e controlado, mas um turbilhão de emoções me tomava naquele momento, lembranças da adolescência, do noivado, da lua-de-mel, tanta coisa que havíamos vivido, todos os sentimentos que eu tinha trancado fundo por esses anos, tudo agora voltava com intensidade redobrada, eu amava aquela mulher, mas tinha ido embora.

Tentando me recordar do que me havia feito partir tão de repente eu não encontrava um motivo, uma explicação, mas sabia de uma coisa, iria me arrepender daquele momento pelo resto da minha vida.

Depois não conseguia pensar em mais nada, só no momento presente, aquele beijo, colocou a mão novamente no rosto dela enquanto a beijava, um momento de magia acontecia ali naquele momento, uma magia que estava em mim durante anos, mas só adormecida pela falta dela, da mulher da minha vida a quem eu tinha covardemente abandonado.
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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Sex 3 Jun 2011 - 20:02

Ele fez uma pergunta que parecia um tanto retórica de início:

- Pietra, eu te machuquei tanto assim que você não suporta nem me olhar?

Ele olhou profundamente em meus olhos. Eu não conseguia decifrar o que se passava em sua mente. Na verdade, nem na minha. Ele se aproximou e me tomou em um beijo calmo e contido. Meu coração havia disparado. Era como se eu fosse novamente aquela menina inconsequente. Como se tudo voltasse. Todas as lembranças. Nossa lua de mel, o nascimento da Alice ..

Entretanto, com isso vieram as coisas ruins. A partida dele, nossas brigas, o abandono. Minha dificuldade em ser mãe e pai de uma criança frágil...

Meus pensamentos voltaram a sala da minha casa. Onde estávamos eu e meu ex marido. O homem que havia me abandonado, que outrora fora a razão de tanto sofrimento, discutindo o assunto mais importante da minha vida: Minha filha. Parei o beijo, ainda meio atordoada e me recompus. Agora eu era a ministerial responsável e batalhadora que precisava tomar uma atitude.


- Você me machucou muito mais do que pensa Viktor. Muito mais ..

Saí de perto dele e procurei algo para beber, aguardando suas reações.
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Anthonelly T. Le'Strutzy
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Sex 3 Jun 2011 - 21:20

Cheguei pela sala eu estava cançada havia voltado do Ministério, já não pisava em casa a dias depois de um banho refrescante eu havia descido as escadas, Pietra hvai me dito que Viktor estaria lá naquele dia, eu odiava pelo que fizeram com minha irmã, deixei Giovanna acompanhada de sua mamadeira e cercada de doces e desci as escadas, Pietra não estava em seu quarto então só podia estar na sala, também não esperava que ela o levasse pro seu quarto amenos que fossem produzir outro herdeiro, desci calmamentequase não se escutava meus passos, cheguei na sala e eles estava unidos por um beijo.

-Epa, má hora né?

Sorri com eles olhando pra mim, é eu não deveria ter feito aquilo, definitivamente não, mas eu já tinha feito já tinha atrapalhado.

-Não sabia que os animais podiam entrar em casa Pietra, pensei que eles fossem deixados lá fora, se bem que a monstrinha é criada dentro do quarto, como dizem né, tal pai tal filha.


Dei um sorriso sínico e senti que a qualquer momento Viktor podia grudar no meu pescoço e fazer algo contra mim, mas Pietra não deixaria, deixaria? Ela pareciaainda gostar dele lá no fundo, beeeeeem lá no fundo, mas gostava conhecia bem minha irmã, mordi o lábio tentando entender como ela gostava dele, como aquilo não entrava em minha cabeça, do mesmo modo que ela não havia largado Alice em um orfanado quando ela nasceu, não tinhamos as condições nem a casa que temos hoje, não eramos Minestrais, eramos apenas duas jovens sonhadoras que queriam subir na vida e de certa forma subimos.

-Tia Neeeeeeeeelyyy meu chocolate acabou!

-Mas já Gi? Não vou te dar mais.

-Vou ter que desçer aí?

-Tô subindo meu anjinho.


Apenas joguei uma almofada em ambos e dei as costas subindo novamente, tinha que suprir a fome de doce de Gi que parecia almentar com a falta da mãe, meu estoque de guloseimas da Dedos de Mel estava acabando, mas levá-la pra comprar mais seria um verdadeiro desfalque na minha conta no Gringotes.
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Viktor Kool Petterson
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Ter 7 Jun 2011 - 7:41

Pietra interrompe o beijo e se afasta de mim dizendo que eu a havia magoado mais do que imaginava, me machucava essa possibilidade, a possibilidade de ter magoado a mulher que eu amava.

Um fantasma do meu passado com Pietra aparece antes de eu ter uma reação, era Anthonelly, minha ex-cunhada, ela dirige a mim uma porção de “elogios”.

- também é um prazer revê-la Anthonelly.

Ela joga uma almofada, eu pega essa almofada e jogo de volta, errando por pouco, ela já tinha saído dali.
Depois vou até Pietra ficando a pouca distancia dela dizendo:

- se você não me ama é só falar, e eu vou embora, ajudo de longe, tenho certeza que Alice não vai sentir minha falta.

Aproximei-me mais segurando seus braços firmemente e disse:

- se você disser, olhando nos meus olhos que não quer nossa família de volta, eu saio daqui agora e prometo que você só vai me ver quando Alice precisar de mim, é só você me mandar embora.

Aproximei-me mais tocando meus lábios nos dela e disse.

- diga, por favor, me dê uma resposta, você me quer por perto ou não?

Soltei seus braços a abracei sua cintura puxando-a para mim com meus lábios ainda juntos aos dela, mas sem beija-la, de olhos fechados, esperando uma resposta...
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Pietra Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Sex 10 Jun 2011 - 18:48

Minha irmã apareceu na sala, e foi receptiva como sempre, quando se tratava de Viktor. Ela foi a pessoa que viu mais de perto os momentos difíceis que eu passei e por muitas vezes não deixei transparecer.
Eles se “cumprimentaram” e ela saiu. Viktor se voltou para mim dizendo :


- se você não me ama é só falar, e eu vou embora, ajudo de longe, tenho certeza que Alice não vai sentir minha falta.

Ele estava certo. A probabilidade de Alice sentir sua falta era mínima. Eu ainda o amava, porém, eu não poderia simplesmente esquecer tudo o que passamos. Antes que eu pudesse falar ele prosseguiu:

- se você disser, olhando nos meus olhos que não quer nossa família de volta, eu saio daqui agora e prometo que você só vai me ver quando Alice precisar de mim, é só você me mandar embora.


Ele tocou nossos lábios, mas eu me afastei um pouco. Como ele poderia exigir uma resposta de mim ali ? Assim ?

- diga, por favor, me dê uma resposta, você me quer por perto ou não?


Minha raiva contida veio a tona e explodiu quanto ele teve a ousadia de me pressionar.

- Como você ousa me pressionar depois de tudo ? Você não tem que ficar aqui por minha causa, e sim de sua filha. E se Alice não gosta de você, com certeza motivos ela tem. Do mesmo jeito que ela tem motivos pra não gostar de mim.

Saí dos braços dele e disse, ainda muito confusa com tudo o que tinha acontecido.

- Conversamos outro dia. E quanto a nós, não é em um dia que você vai ter meu amor e confiança de volta.

Empinei o nariz, e comecei a subir as escadas. Estava a ponto de me jogar em seus braços, mas ele não poderia me ter quando bem quisesse.

-Feche a porta quando sair.

Disse, seguindo até meu quarto, onde aqueles olhos lindos não pudessem me atingir ..
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Alice Tanner
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MensagemAssunto: Re: Sala de Estar   Dom 19 Jun 2011 - 14:33

Alice estava deitada em sua cama se mexia para um lado, se macia para o outro lado, mas nada fazia a jovem cair em sono, ela fechou os olhos o mais forte que pode, então esvaziou a mente, fora o som de sua respiração Alice não ouvia mais nada, seu quarto estava totalmente vazio, a noite estava fria, Alice se encolheu o maximo que podia e ficou parada enrolada em grossos edredons, o sono não chegava então a jovem pegou um caderno em sua mesinha acendeu um abajur e com uma caneta escreveu em caligrafia fina e caprichosa:
Spoiler:
 
O sono chegou e Alice apenas deixou o caderno cair ao lado da cama e virou-se para um lado e fechou os olhos, então o sono chegou e a embalou.
Alice estava em um lugar diferente do qual havia dormido, Alice sorriu e se lembrou de varias vezes que estivera naquele local, observou o local novamente então um menino alto de olhos verdes penetrantes estava parado a sua frente, o menino sorriu para Alice e disse:
-Bom dia...
Alice ainda confusa sobre o que estava acontecendo disse:
-Não é antes de acordar que geralmente nos encontramos...?
O menino com gentileza e com um sorriso no rosto sorriu para ela e disse acariciando seu rosto:
-Daqui dois minutos, você vai de fato acordar...
Alcie fechou os olhos e se calou, não sabia o que dizer, por diversas vezes já havia sonhado com o rapaz, porém ele nunca acordara junto com ela, então percebendo a confusão de pensamentos em que Alice se encontrava o menino disse para ela com animação:
-Aproveitei estes últimos minutinhos de sonho pra brincar de acordar junto com você... Fazer de conta, ao menos uma vez...
Alice sorriu e reabriu os olhos, então pensou no quão maravilhoso era ter alguém para conversar, mesmo que fosse alguém cuja nenhuma outra pessoa conheceria e nem mesmo Alice, ela jamais vira o rapaz em toda sua vida, mas desejava ao maximo um dia poder conhece-lo, ela adorava cada minuto que passava ao lado do rapaz, mas sabia que teria que acordar...Alice olhava para o teto perdida pensando na hora de ir,porém não queria ir, então olhou tristemente para o rapaz e disse:
- Faça de conta que será todas as vezes...
O menino olhou para o lado e disse sorrindo:
- Faço...
Alice e o rapaz se calaram, então não conseguindo ficar quieta Alice se sentou na cama e perguntou vagamente para o rapaz:
- Parece bom, não...?
O menino a olhou então disse perdido em pensamento, pensamentos que eram confusos e dos quais raramente compartilhava com Alice, então concluiu sua frase e disse:
- É... Faz "todas as vezes" parecer pouco...
Alice sentia o hálito do rapaz em seu rosto e adorava quando o mesmo a provocava dessa maneira, a menina lançou um olhar penetrante para os olhos do rapaz e disse:
- Vai ser sempre assim, com esse sopro com gosto de pasta de dente na altura da minha boca...?
O menino sorriu e disse:
- Quando for eu que acordar primeiro...
Agora era a vez de Alice sorrir, pensou então no quanto adorava dormir e especialmente por que adorava dormir, Alice sorriu e então disse:
- E provavelmente vai ser...
O menino lhe lançou um olhar de brincalhão e então disse gozando da mesma:
- Mas e meu café da manhã na cama...?
Alice sorriu para ele e então disse em tom de brincadeira para ele:
- Ah, se você acordar com fome, pode morder ao invés de soprar...
O menino olhou para ela e ambos caíram na risada, ele parou e disse:
- Boba...
Alice caiu em pensamentos novamente então ela olhou para ele e com curiosidade perguntou:
-Você ronca...?
O menino tornou a acariciar o rosto dela e então disse de olhos fechados:
- Não...Não que eu saiba...
Alice beijou a testa do rapaz e disse com extremo carinho:
- Espero que não seja por isso que eu provavelmente acorde primeiro...
Alice sorriu para ele e continuou a dizer:
-Você vai acordar primeiro pela mesma razão que desligará o telefone primeiro também...
o menino se calou e se questionou o por que daquela frase, então apenas olhou para os olhos da garota, eles eram negros como o breu, embora ficassem verdes claro expostos a claridade.A menina o olhou e prosseguiu dizendo:
- Eu, que sempre sonharei com você, não tenho coragem de desligar...
O menino sorriu e disse a ela:
-Só desligarei quando ouvir o som do seu dedo tocando a campainha da minha porta...
Alice se calou, não sabia como encontrar o endereço de uma pessoa que nunca vira na vida, sabia apenas que estar com ele ali lhe satisfazia, então o menino percebendo a preocupação de Alice disse:
- Promete que seus sonhos só vão ligar para o meu número...?
Alice riu baixinho e então disse para ele:
- Promete que seus sonhos atenderão minhas ligações a cobrar...?
O menino sorriu e disse vagamente:
- Boba...
Ambos se calaram e então o menino disse:
- Eu fico te olhando...
Alice olhou para ele e não compreendeu e então disse ao rapaz:
- Ahm...?
O menino acariciou seus cabelos e então disse carinhosamente a ela:
- Quando eu acordo primeiro... Fico te olhando e tenho vontade de intrometer meus dedos bem mansinho entre os fios do seus cabelos... E fazer dos seus sonhos minha marionete...Procurar o fio do seu sorriso e o fio que me fizesse surgir diante de você... E brincar só com eles, até que se condicionassem um ao outro...
Alice olhou para ele e então disse sorrindo:
-Meu sorriso e você já são um só...E nos meus sonhos você é uma constante... Eu só queria que, daqui dois minutos, quando eu acordasse... Ou você... Ainda estivéssemos um ao lado do outro...
O menino sorriu para ela e lhe disse:
-Já não foram dois minutos...?
Alice olhou para ele e então abaixou a cabeça e disse:
- O tempo parou...?
O menino abriu um belo sorriso, com a dentição perfeita e Alice o admirou, passados alguns minutos o menino disse:
- Ou talvez já estejamos acordados...
Alice olhou em volta e concluiu que não estavam acordados, não estavam em seu quarto e tudo era tão perfeito que Alice concluiu que não podia ser a realidade, nada era tão perfeito como aquele momento então olhou para ele e disse:
- Pra mim, ainda parece sonho...
O menino sorriu e então disse tristemente:
- É... Parece...
Alice o abraçou então ele lhe disse:
-Tenho que ir....
Alice olhou para ele e disse inutilmente:
-Fica...
O menino a olhou e com uma expressão seria disse:
- Uma hora ou outra, o sonho termina de qualquer jeito...
Alice olhou para ele inexpressivamente então disse triste:
- Uma hora ou outra o sorvete de chocolate termina, as férias terminam, a vida termina...
Ele se calou e então ela repetiu:
- Fica...
Ele olhou para ela com um sorriso triste e então disse:
-Eu poderia ficar somente olhando o sorvete de chocolate pra que ele nunca terminasse...
A menina olhou para ele e disse:
- Não, não poderia...
Ele a olhou e pensou o por que de não poder, então a única conclusão que conseguiu chegar foi a do sorvete derreter, então arriscou dizendo:
- Ele derreteria...?
Alice olhou para o teto então sorriu ao dizer:
- Não... Mesmo que fosse um sorvete "inderretível", você não poderia ficar somente olhando...
O menino olhou para ela e de forma que não conseguiu entender então questionou:
- Por quê...?
Alice sorriu e disse como se fosse obvio:
- Porque é de chocolate...
O menino a olhou e então disse a contradizendo:
- Nem gosto tanto de chocolate assim...
Alice olhou como se não pudesse crer no que havia escutado então disse em tom de provocação:
- Impossível... Chocolate é sublime...
O menino a olhou e então sorrindo disse:
- Na minha escala de sublimação, já há o que o transcendeu... Por muito...
Alice olhou para ele então disse tentando o fazer mudar de idéia:
- Em nível gastronômico...?
Ele a olhou e disse confuso:
- Pensava eu que o sublime atingisse todos os níveis...
Alice mudou de assunto então fez um biquinho e disse:
- Então fica... Nem que seja só pra ficar olhando o sorvete de chocolate...
O menino a olhou e com um sorriso disse:
- Não estou diante de um sorvete de chocolate...
Alice continuou olhando para ele, se calou e se afastou um pouco, o menino olhou para sua reação então disse:
-E diante do que estou, sou eu quem derreto só de olhar...
Alice o abraçou e ficou ali até o momento em que acordou, o dia já estava claro e fazia frio, Alice continuou com seu pijama e então ficou ali na cama, vendo seu caderno desajeitado no canto da cama, ela sorriu e o pegou, a caneta ainda estava junta ao caderno então Alice a retirou e começou a escrever sobre o sonho, escreveu apenas duas frases e então ficou ali abraçando os joelhos:
Spoiler:
 
Deixou seu caderno ali e desceu as escadas de pijama, ouvia as vozes de Pietra e de mais alguns desconhecidos, Alice se apressou e quando entrou na sala viu Pietra saindo, ela parou a moça no batente da porta e disse:
-Oi er...mamãe.
As palavras quase entalaram na garganta mas Alice as forçou, depois de refletir sobre o assunto trabalho no ministerio, Alice concluiu que era necessario para que Pietra pudesse manter a casa, Alice decidiu que não havia por que culpar Pietra por isso e algum laço entre as duas havia, quando percebeu a situação dentro da sala Alice ficou pasma, tudo a sua volta desapareceu, seu corpo não obedeciam seus comandos,Alice não sentia nada e uma onda de raiva inundou seus pensamentos, um barulho d evidro se quebrando entrou nos ouvidos de Alice então ela disse:
-O que esse ser que se denomina meu projenitor faz aqui, com você?
Alice pegou sua varinha do bolso e apontou para Viktor, então chegou mais perto e disse:
- Como ousa vir aqui dar opiniões sobre minha vida?
Alice ergueu a varinha na frente de Viktor então disse:
-Petrificus Totalus.
Vendo o homem petrificado se dirigiu a Pietra e disse:
- Como deixa esse ser adentrar no recinto? Pietra ou mãe seja lá como for, eu confiei em você, não quero proximidade com ele, esqueceu que ele nos abandonou e fez com que nos mudassemos para cá?
Lágrimas apareceram no rosto de Alice enquanto a menina dizia, ela olhava para Pietra e esperava alguma reação dela, lágrimas caiam por seu rosto e a raiva ainda tomava conta de seus pensamentos.
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